Apareceu mais um agora. É o proprietário, o dono do blog.
Então já nem sei quem sou. Ele deu a entender que o mundo dos caídos na coisa
em si, dos habitantes da intimidade, do segredo, da informação, do conhecimento
é o mundo da vida teórica, telepática, virtual, o qual, por sinal, é muito
conforme ao mundo dos meios de comunicação atuais (jornais, cinemas, rádios, telefones,
televisões, computadores, celulares etc.) que promovem esse viver caído na
coisa em si, na teoria, na telepatia, na virtualidade. Aliás, não é por outro
motivo que o protagonista de “Matrix” descobre que nunca usou seu corpo porque
passou a maior parte de sua vida sonhando na “Matrix”. Também sugeriu que o
mundo dos elevados na coisa para si, dos habitantes da superfície, da
transparência, do esclarecimento, da comunicação é o mundo da vida prática, imediata,
real, o qual, por experiência, é dependente do mundo das atividades/energias
sensivelmente humanas no espaço e no tempo, na geografia e na história (sexo, trabalho,
luta etc.) que promovem esse viver elevado na coisa para si, na prática, na
imediatez, na realidade. Também é por esse motivo que os protagonistas de “Matrix”
por usar seus corpos amorosamente se destacam porque assim passam a maior parte
da vida acordando na “Real”.
É sempre sobre sexo que os textos assuntam e, em geral, se
cai ou levanta, aliás, o mesmo assunto da frase famosa “Hay que endurecerse sin
perder jamás la ternura” ou “Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura
jamás”, tanto faz a forma, o sentido permanece o mesmo (sexo, trabalho, luta
etc. guiados pelo amor).
Nem sei o que estou fazendo aqui nem porque vim agora
escrever isso. Só para dizer que surgiu mais um, o proprietário, é isso? Então,
quem está escrevendo?!
Nenhum comentário:
Postar um comentário