Digo, o leitor público.
O leitor público precisa ler melhor porque o foco da minha crítica foi claro. Sugiro que o leitor autor se recolha para desenvolver seus assuntos até assumir uma posição de modo a voltar a escrever de forma inovadora por não mais repetir contínuas mudanças de posição de modo que ora parece vacilar por medo da morte, ora por não ter medo da morte e ora por amar a vida. É essa vacilação contínua, a qual, aliás, já foi referida, num dos textos publicados no blog, como um estudo sem fim do como viver que absurdamente pretende suspender o viver até vir a saber como viver. Eu apenas solicito que o autor pare de suspender seu viver e viva realmente. E tudo indica que para isso ele precisa assumir uma posição que leve o estudo até o fim, assuma a escolha de um saber viver e viva o desenvolvimento deste seu saber escolhido. Então, não defendo de modo algum que o autor pare a pesquisa e passe a pesquisar exclusivamente a maneira de fazer a exposição da sua pesquisa. Não, aquilo que eu defendo é que o autor enfrente a escolha de um caminho da encruzilhada e pare de ficar no eterno retorno da pesquisa da encruzilhada, pare de ficar no eterno retorno da suspensão do viver até aprender e saber viver. E isto por um motivo básico, para aprender e saber viver é preciso a sensibilidade por ser ela a fonte da percepção e do aprendizado do saber, quer dizer, noutras palavras, que a sensibilidade é condição sem a qual é impossível o saber, logo, que a vida e/ou o viver precede a percepção e/ou o aprendizado do saber. Logo, a consequência é que a decisão de viver precede o saber viver e isso mesmo no caso da sensibilidade só conhecer a coisa para si, já que, mesmo aí, o conhecimento depende basicamente da sensibilidade, do viver. Aliás, é muito mais por isso que o cético permanece fiel ao conhecimento insuficiente e insatisfatório da vida e hesita a se entregar à ignorância suficiente e satisfatória da morte, já que, afinal, o que quer é o conhecimento e não a ignorância.
O leitor público precisa ler melhor porque o foco da minha crítica foi claro. Sugiro que o leitor autor se recolha para desenvolver seus assuntos até assumir uma posição de modo a voltar a escrever de forma inovadora por não mais repetir contínuas mudanças de posição de modo que ora parece vacilar por medo da morte, ora por não ter medo da morte e ora por amar a vida. É essa vacilação contínua, a qual, aliás, já foi referida, num dos textos publicados no blog, como um estudo sem fim do como viver que absurdamente pretende suspender o viver até vir a saber como viver. Eu apenas solicito que o autor pare de suspender seu viver e viva realmente. E tudo indica que para isso ele precisa assumir uma posição que leve o estudo até o fim, assuma a escolha de um saber viver e viva o desenvolvimento deste seu saber escolhido. Então, não defendo de modo algum que o autor pare a pesquisa e passe a pesquisar exclusivamente a maneira de fazer a exposição da sua pesquisa. Não, aquilo que eu defendo é que o autor enfrente a escolha de um caminho da encruzilhada e pare de ficar no eterno retorno da pesquisa da encruzilhada, pare de ficar no eterno retorno da suspensão do viver até aprender e saber viver. E isto por um motivo básico, para aprender e saber viver é preciso a sensibilidade por ser ela a fonte da percepção e do aprendizado do saber, quer dizer, noutras palavras, que a sensibilidade é condição sem a qual é impossível o saber, logo, que a vida e/ou o viver precede a percepção e/ou o aprendizado do saber. Logo, a consequência é que a decisão de viver precede o saber viver e isso mesmo no caso da sensibilidade só conhecer a coisa para si, já que, mesmo aí, o conhecimento depende basicamente da sensibilidade, do viver. Aliás, é muito mais por isso que o cético permanece fiel ao conhecimento insuficiente e insatisfatório da vida e hesita a se entregar à ignorância suficiente e satisfatória da morte, já que, afinal, o que quer é o conhecimento e não a ignorância.
Comparar a minha crítica ao eterno retorno da paralisia, da
interdição, do impedimento à promoção do Impeachment e ao estancar a sangria da
corrupção sistêmica é uma distorção completa da minha crítica e, nesse sentido,
uma corrupção da minha atividade crítica. Eu com minha crítica não quero de
modo algum corromper o autor, mas, ao contrário, quero promover nele a geração
do novo, a emancipação do impedimento, a libertação da interdição. Sim, é
verdade que, com minha crítica, eu quero uma saída da tragédia, mas a tragédia
aqui é não viver e ficar eternamente retornando ao ladrar dos cães enquanto as
caravanas da vida passam sem que delas se participe, sem que se viva a vida e
se possa finalmente conhecer e aprender o saber viver.
Minha crítica foi a este eterno retorno da permanência na
crença, na suposição, na hipótese, a qual, aliás, o leitor público cultiva
isso, já que se considera um Sherlock (se dirigiu a mim dizendo “Simples, meu
caro Watson” quando deveria ter dito “Elementar, meu caro Watson”) e pretende
tudo deduzir com seu pretenso prodigioso saber. Eu quero apenas que o leitor
autor desenvolva efetiva e realmente um simples e despretensioso saber
verdadeiro. Quero apenas que viva, aprenda e desenvolva o saber viver até mesmo
por interesse, sim por interesse próprio sim, já que vivendo dará sentido à
minha crítica e, desse modo, dará vida à minha crítica. Por tudo isso, eu o
crítico e também o simples, o elementar, quer dizer, o burro e idiota para este
leitor público que se supõe um detetive, um analista notável, um notável profissional
da informação, tal qual o leitor autor, que ele tanto defende e cultiva como
leitor público, [digo] que os erros simples e elementares são cometidos por eles dois,
posto que suspendem a tal ponto o viver que não conseguem acessar o básico, o
elementar, o simples e, por isso, cometem erros básicos, elementares, simples.
Ora, eles não podem me confundir com seus erros de acreditar
em profissionais da informação, melhor, da desinformação. Tampouco, devido a
seus erros, podem me confundir com políticos bandidos e golpistas me atribuindo
precisamente a promoção da desinformação, a inversão de valores de modo que a
corrupção sistêmica viva em total liberdade e a geração sistêmica da inovação
não viva nem tenha, portanto, nenhuma liberdade. E isto quando é precisamente o
contrário que defendi perante eles e, em especial, quando disse e cobrei do
leitor autor que fizesse uso da sua liberdade em toda e qualquer condição,
especialmente a mais extrema, ou seja, na própria prisão e mesmo na condição de escravo
do reino da necessidade.
Espero que os leitores, autor e público, especialmente o
leitor público que assumiu o texto da última postagem, “Para os leitores
crítico e autor, do suposto leitor público”, leiam e conheçam sensivelmente o
que escrevi aqui e, desse modo, mudem e passem a viver para efetivamente me
conhecer como ser sensível, ser vivo e saber viver. Sem nenhuma incompreensão
porque não estou sendo pretensioso ao afirmar que sou um ser sensível, um ser
vivo, ao contrário, estou sendo humildade e reclamo a mesma condição para eles,
a condição de seres sensíveis, de seres vivos, logo, que superem essa suspensão
do viver para pesquisar o saber viver de um modo que os faz permanecerem
continuamente e em eterno retorno com os mortos e com o que é e está morto
durante o viver.
Eles não admitem, mas aquilo que eu estou dizendo é que
vivam, usem a liberdade de viver e conheçam sensivelmente o saber viver.
Nenhum comentário:
Postar um comentário