quinta-feira, 23 de julho de 2015

Mata a física: Metafísica?! Tudo?! Tudo é metafísica?!




É difícil entender porque umas postagens são mais acessadas do que outras, mas também acho difícil diferenciar muito umas das outras, ainda que sejam diferentes, me parecem muito iguais porque me parecem marcadas por uma forma de escrever e pensar que se repete imutável. Consegui!!! É isso que venho buscando expressar nas últimas postagens, ou seja, por mais que se fale de mudar o mundo e a si mesmo e de interpretar/transvalorar os valores e o valor próprio de forma diferente, o que percebo é a repetição duma identidade característica que não muda nem é interpretada de forma diferente. E essa identidade característica que não muda e é sempre interpretada da mesma forma é o quê? Com sua imutabilidade e sua ausência de interpretação diferente não é precisamente a negação da mutação do mundo e da mutação da interpretação dos valores? Isso é o ser? Aquele mesmo que é definido como "o que é e não pode não ser"? Então, isso, a identidade característica ou o ser é algo que se permanece imutável, por exemplo, em alguém sensivelmente desde a infância até à velhice ou é algo que permanece imutável, por exemplo, na percepção que se tem ou faz de alguém desde a infância até à velhice? Noutras palavras, é algo sensível ou algo abstrato, quer dizer, material ou ideal, físico ou metafísico? Ou, enfim, ironicamente, é algo que mistura sensível e abstrato, material e ideal, físico e metafísico, logo que mistura mudar e interpretar, trans-formar e trans-valorar?!


Então, se existe um algo imutável significa que é inteiramente inútil mudar ou interpretar de forma diferente porque o imutável permanece imutável e com a mesma interpretação. Ou será que estamos esquecendo que todo o tempo a referência é a mudar o mundo ou interpretar o mundo de forma diferente, mesmo quando mudar o mundo é mudar a si mesmo e interpretar o mundo de forma diferente é interpretar a si mesmo de forma diferente, quer dizer, será que estamos esquecendo que todo o tempo a referência é a uma ação de mudar ou de interpretar própria do filósofo e não do mundo?! Se for assim, significa que a atividade de mudar o mundo ou interpretar o mundo de forma diferente é a atividade da filosofia, quer dizer, de algo que é do mundo humano, que é subjetivo e objetivo, abstrato e sensível, ideal e material, metafísico e físico, enfim, de algo que, ironicamente, é próprio do que a filosofia, faz séculos, chama de ser!!! Consequentemente, essa identidade característica e imutável ou o ser que muda o mundo e interpreta o mundo de forma diferente é a filosofia ou, mais precisamente, a metafísica?!


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Se a conclusão da última postagem é verdadeira, então aquilo que atravessa imutável tanto no vir a ser do trans-formar quanto no vir a ser do trans-valorar é esse algo permanente denominado ser. Este ser é compreendido como a permanência de algo morto ou de algo vivo?! Não sei, algo permanente e imutável é algo que já morreu e não vive mais ou é algo que não morre e permanece vivo?! O permanente e imutável pode ser a imortalidade da morte e o algo imutável é o que não pára de morrer; mas o permanente e imutável também pode ser a mortalidade da vida, quer dizer, algo que de cada mortalidade imortal retira sua vida mortal ou sua mortalidade vital. O que não pára de morrer é imutável como uma pedra e o que retira ou extrai vida ou mutabilidade mortal do que não pára de morrer como uma pedra são plantas e animais. Agora, já mudamos o permanente e imutável de duas imutabilidades para apenas uma, já que passamos a chamar a vida de mutabilidade mortal, ainda que


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O resultado, ao qual cheguei na última postagem, que é o da permanência do ser, é a individualidade singularmente abstrata de cada um?! Cada um se pretende uma individualidade humana singular, logo, todos se pretendem iguais e indiferenciados, melhor, universais, já que a universalidade de cada um é ser individualidade humana singular. Então, quando se inclui no conceito de individualidade humana singular a abstração visando introduzir a diferença entre as individualidades humanas singulares, melhor, visando introduzir a indeterminação nas individualidades humanas singulares via a abstração cuja ação seria fazer a diferença entre as individualidades humanas singulares precisamente ao retirar, abstrair ou subtrair cada uma da sua identidade concreta e universal com cada outra, então, quando se faz esta inclusão da abstração,



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