segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Universalidade versus singularidade




O cético que termina certo e seguro da existência dos objetos reais e igualmente certo e seguro da presença inalterada dos princípios passaria a estar em condições de com este "dogmatismo" seguro do fenômeno objetivo de começar a se dedicar à presença dos princípios e à elaboração e alteração dos mesmos!?


E o dogmático que termina não só livre como também suprimindo tanto a existência dos objetos reais quanto a presença alterada dos princípios passaria a estar em condições com este "ceticismo" sem o fenômeno objetivo e sem os princípios correspondentes ao fenômeno objetivo de começar a se dedicar exclusivamente à empiria!?


O cético quando termina está seguro de ter consciência da presença dos objetos reais e dos princípios mas não de ter consciência de si e o dogmático quando termina está incerto de ter consciência da presença dos objetos reais e dos princípios mas seguro de ter consciência de si.


O cético passa sim, no final, quando está consciente da presença dos objetos reais e dos princípios, a estar em condições de se dedicar à filosofia mas a sua será uma filosofia positiva da presença dos objetos reais e dos princípios. [consciência da universalidade abstrata].


O dogmático passa sim, no final, quando está consciente de si ou da presença de si próprio como princípio, a estar em condições de se dedicar à prática mas a sua será uma prática ou aplicação de si próprio como princípio crítico. [consciência da singularidade abstrata].

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