sábado, 1 de outubro de 2016

Retorno ao interregno no interregno - atualizado

A propósito disso:


https://www.youtube.com/watch?v=-SrsADs5NC4

https://www.youtube.com/watch?v=t1cb58-eTs4

https://www.youtube.com/watch?v=IKDQ7ZJ3Aho

https://www.youtube.com/watch?v=5926X96q0IY



Os "novos" pensadores, como Zizek que explicita isso, parecem ter saudades do Tutor todo poderoso, parecem esquecer a problemática da emancipação da menoridade em prol da tutela geral da maioridade, a volta a Hegel é então a volta ao Estado Todo Poderoso (Absoluto?!)?! Porque rejeitar a novidade de Marx, assumida como desenvolvimento científico, que afirma que o movimento de emancipação social só se realiza efetivamente quando assume a "destruição da máquina do Estado"?!


           
A REFLEXÃO


Zizek quer retomar Hegel retomando o Estado, junto com Badiou que quer o Comunismo como uma ideia platônica, quer dizer, como idealismo, tal qual o de Hegel. O projeto idealista de Platão é o da constituição do Estado Republicano governado pelo filósofo. Querer o Estado de Hegel parece ser querer o Estado tal qual foi experimentado pelo Comunismo do século XX, já que o que até hoje faltou foi a Comuna, a Sociedade Comunista e/ou a Emancipação Social, da Sociedade Civil e não a Emancipação Política, da Política, do Estado. E o que a atualidade coloca como movimento? Precisamente a superação da forma organizativa em partido político em prol da organização formativa de associação comum.


Zizek observou que todos os filósofos seguem a 11ª das Teses de Marx Sobre Feuerbach e querem mudar o mundo, a começar por Platão. E que Hegel, o único que desistiu de mudar o mundo em prol de interpretá-lo, é precisamente aquele que traz um conteúdo revolucionário. Logo, é se limitando a interpretar o mundo que se torna possível mudar o mundo, enquanto que o filósofo que visa mudar o mundo se limita a ser um intérprete mudado do mundo, melhor, a ser o suporte de uma interpretação diferente do mundo.


O mundo atual reduziu o Estado a uma instância política retirando dele a instância social no sentido de retirar do Estado a atividade diretamente social e fixa-lo na atividade diretamente política, deixando a cargo da Sociedade Civil a assunção da atividade diretamente social. Desse modo, os movimentos sociais tendem a se organizar de modo o mais estritamente civil deixando de lado a forma organizativa estritamente política, logo, a organização em partido político vem sendo substituída pela organização em associação civil, em movimento civil e/ou em movimento social. Porém, o esvaziamento do partido político como forma organizativa é acompanhado do esvaziamento do movimento dos trabalhadores dentro da luta de classes sociais, do esvaziamento da posição do movimento dos trabalhadores na luta de classes sociais. Como se compreende isso?


O partido político é uma forma organizativa que, tal qual o Estado, se coloca acima e fora do movimento dos trabalhadores, de modo que os trabalhadores ficam novamente alienados do que ajudam a produzir tal qual ocorre no processo de produção capitalista, ou seja, por mais que a força de trabalho seja a fonte da produção do capital ela permanece sem a propriedade da sua obra, sem conseguir determinar e dirigir a produção de sua obra. Então, a expropriação do tempo de trabalho excedente não foi feita apenas pelo capital, mas também foi feita pelo partido político e pelo Estado. No entanto, o capital desenvolveu meios de expropriação mais intensivos, de modo que passou a se comportar como quem não precisa de tantos trabalhadores, quer dizer, não precisa de trabalhadores de forma extensiva porque com os meios de produção intensivos que desenvolveu pode usar de pouca e reduzida força de trabalho para produzir e pode oferecer como alternativa, aos muitos trabalhadores que não são mais aproveitados no uso produtivo, o seu uso no mercado para efetivar as vendas e os serviços que realizam a efetivação do consumo da produção. Nessas novas condições, o capital oferece aos trabalhadores, dispensados da produção, aquilo que o partido político e o Estado retiraram deles, que é a apropriação da obra produzida para efetivar a venda e o serviço de pós-venda da obra produzida. É verdade que os trabalhadores que se apropriam desse modo da obra produzida não interferem na obra que foi produzida e sim apenas na circulação e consumo da obra produzida, mas eles experimentam aí aquilo que foi retirado deles na produção, no partido político e no Estado, que é a apropriação da obra produzida, ainda que seja só do produto, de modo que não podem interferir na própria produção da obra, essa apropriação é vivida como “livre-iniciativa”, como atividade diretamente desenvolvida por eles no âmbito mercantil da circulação e do consumo da Sociedade Civil, quer dizer, não é mais diretamente a empresa, o partido político nem o Estado quem determina e dirige a sua atividade para garantir o sem “bem-estar”. Mas é justamente essa garantia, do seu “bem-estar” por seus próprios meios, de forma autônoma e/ou emancipada da menoridade dentro da empresa, do partido político e do Estado, que assegura sua luta social, civil, sua luta na Sociedade Civil é uma luta que participa ativamente do desenvolvimento do mercado da Sociedade Civil capitalista, precisamente porque assegura que sua luta se desenvolve no âmbito do mercado, do livre mercado, quer dizer, assegura que a força de trabalho extensiva é a do trabalhador livre, do trabalho livre que não se encontra mais na produção, mas que pode se associar com outros trabalhadores livres para vir a entrar e desenvolver a produção duma obra própria, ou seja, de início desenvolver a livre iniciativa da propriedade privada com intenção e/ou o visar o desenvolvimento da propriedade cooperativa, social.


E é esta perspectiva, é esta possibilidade que explica que os movimentos atuais se organizem em associações civis e não mais em partidos políticos. Nesse sentido, junto com a renovação de toda a ideologia e prática capitalista da livre iniciativa da propriedade privada se desenvolve a renovação da ideologia e prática emancipadora da livre iniciativa da propriedade cooperativa, da propriedade social, da propriedade comum. E, se a base da produção capitalista permanece com o uso intensivo da força de trabalho, então o desenvolvimento desse uso extensivo e independente da força de trabalho visa a supressão do uso intensivo da força de trabalho, a supressão da base da produção capitalista e com ela também a supressão da base da organização do partido político e do Estado, logo, visa a supressão da produção capitalista, do partido político e do Estado por meio do desenvolvimento da associação civil, quer dizer, da comunidade social humana emancipada do capital e do Estado.


Isto é apenas para assinalar nesse debate que, talvez, não seja o recurso a retomada do Estado aquilo que a força de trabalho extensiva, quer dizer, que as forças materiais/sociais atuais estejam sinalizando com seu movimento, com sua atividade, não mais a retomada do Estado, ainda que a sua atividade possa ser sim a [retomada da] atividade do negativo defendida por Hegel, como observa Zizék e Badiou, mas de um negativo que suprime o Estado e não mais daquele negativo que o retoma positivamente.

“Todo real é racional e todo racional é real” isto é tomado apenas na racionalização pelo Estado? O real é racional apenas por meio do Estado? E o racional apenas se torna real, se realiza por meio do Estado? A história, a partir de Marx, compreende que a Sociedade Civil, à qual se referiam Hegel e os filósofos do século XVII, desenvolveu o Sistema das Necessidades e que este veio a ser objeto da Economia Política, ou seja, o real e o racional passaram a se relacionar aí nesta esfera de modo que a racionalização do real não se limita ao Estado, mas, antes dele, se faz racional na economia política do sistema das necessidades da Sociedade Civil, o que, por sua vez, implica que o racional se faz real aí nesse âmbito da economia política do sistema da necessidade da sociedade civil, então, a indústria e a tecnologia e/ou a revolução incessante dos meios de produção mostram que não é necessariamente por meio do Estado que o racional se faz real, ainda que seja necessariamente pelo sistema da necessidade da sociedade civil. Mas, e daí?!


Daí que a questão da passagem do real ao racional não seja exclusiva do Estado e seja sim preponderantemente da Sociedade Civil e, com isso, tenda, inclusive, a suprimir o Estado para poder passar inteiramente o real para o racional, o que significa que o racional que reconstrói o real e, com isso, se afirma o racional que se torna real, quer dizer, Sociedade Civil, é um racional que produz o real superando, suprimindo e suprassumindo o real que se tornou racional. Noutras palavras a Natureza é o real que se torna racional na Sociedade Humana e a Sociedade Humana é o racional que se torna real na Natureza. A relação com a Natureza se torna cada vez mais uma relação com a Sociedade de modo que a relação mais direta com a Natureza se torna também a relação mais direta com a Sociedade, donde a questão da Socialização, do Comunismo e/ou da Comunidade se apresenta como Associação da Sociedade com a Natureza, quer dizer, por meio da propriedade comum dos meios de produção (do real em racional e do racional em real), suprimindo o capital e o Estado, quer dizer, suprimindo a dissociação entre expropriado e expropriador, entre absolutamente expropriado e absolutamente expropriador.


A Natureza vital é, por exemplo, um coração pulsante e este por meio do trabalho sobrevive e possui um meio de viver, quer dizer, de conservar o coração pulsante, então ele precisa trabalhar para alguém para sobreviver e manter seu coração pulsante. A atividade vital é o pulsar do coração, o qual, portanto, é o trabalho vital, melhor, é a necessidade vital do coração, logo, o pulsar é o trabalho como primeira necessidade vital do coração, então, como se desenvolve o trabalho como primeira necessidade vital e não mais como meio de viver? Como o trabalho se desenvolve como primeira necessidade vital da liberdade de viver? E como o trabalho deixa de ser necessidade de submissão obrigatória como concessão de um meio de viver? O caráter do trabalho que se desenvolve como primeira necessidade vital é o do desenvolvimento da liberdade de viver, é o do desenvolvimento do pulsar do coração, já o caráter do trabalho que se desenvolve como meio de viver é o do desenvolvimento da vida submissa/dependente, é o do desenvolvimento da conservação do pulsar do coração e não o do desenvolvimento do próprio pulsar do coração. A passagem da Natureza real para a Sociedade racional se desenvolve cada vez mais como efetivação duma Natureza racional numa Sociedade real, por exemplo, a realidade virtual/Natureza racional da internet se efetiva realmente na racionalidade real/Sociedade real, logo, a tendência da primeira necessidade vital virtual é de se efetivar realmente na socialização da produção, na liberdade social.


O problema, nas relações de todo real que é racional e todo racional que é real, se encontra nas relações de troca entre eles que se desenvolvem como relações mercantis, quer dizer, como relações que se impõem como meios de viver e não como desenvolvimento da primeira necessidade vital. A força humana nas relações mercantis é um meio de trabalho para movimentar os meios de trabalho que se sustenta trocando sua atividade por meios de viver, porém, se não estiver mais submetida à obtenção dos meios de viver e puder desenvolver sua atividade como necessidade vital, então sua relação de troca não será de meios de viver ou mercantil e sim de necessidades vitais ou sociais, posto que o encontro da necessidade vital com a necessidade vital é o encontro da liberdade social. Portanto, a força humana de trabalho vai deixar de ser mero meio de vida pelo trabalho para vir a ser necessidade vital do pulsar/trabalhar/livre agir da força humana/social.


O problema então é o da supressão das relações mercantis e esta precisa necessariamente se viabilizar através do Estado? Qual a relação de troca do Estado com a sociedade civil mercantil? O Estado é o Imposto, sua relação de troca é a do Poder pelo Imposto à Sociedade Civil para Garantir o livre funcionamento da Sociedade Civil. Se a Sociedade Civil para garantir seu livre funcionamento concede e entrega todo poder ao Estado, deixa nas mãos do Estado toda tutela e Poder Imposto, então, os meios de viver já não são mais propriamente da Sociedade Civil e sim do Estado que não é mais apenas Poder Imposto mas também possuidor dos meios de viver da Sociedade Civil, logo, o trabalho permanece meio de viver, mas um meio de viver que não se faz mais pela troca mercantil e sim que troca sua atividade de meio de viver pelo imposto pelo Estado. No entanto, a Sociedade Civil, que fica subsumida neste Estado todo poderoso, foi quem instituiu o Estado para poder desenvolver seu sistema da necessidade e é quem se desenvolve sob o Estado todo poderoso e, assim, o vai minando por desenvolver relações mercantis de troca no seu interior apesar de todas suas imposições contrárias a essas relações mercantis, ou seja, a corrupção se torna desenvolvimento endêmico nesse Estado que “suprimiu” a Sociedade Civil, de modo que o resultado de seu desenvolvimento é a eclosão duma Sociedade Civil mercantil que reduz o Estado a simples Poder Imposto para garantir a continuidade da relação de troca mercantil.


Não é pelo Estadão, como comprova a experiência do século XX, que se sai do trabalho como meio de viver e se passa para o trabalho como primeira necessidade vital. Essa passagem precisa ser feita na própria Sociedade Civil, quer dizer, na transformação do sistema da necessidade dessa Sociedade Civil que faz do trabalho meio de vida em sistema da liberdade da Sociedade Comunista que faz do trabalho a primeira necessidade vital. Se o Estado se faz pelo Poder Imposto e a Sociedade Civil mercantil pela troca de meio de vida, então a Sociedade Comunista se faz pela socialização da necessidade vital. O Estado impõe o trabalho, a Sociedade Civil faz do trabalho simples meio de viver e a Sociedade Comunista faz do trabalho pura liberdade da necessidade vital. Todo real é trabalho e todo trabalho é real, todo real é necessidade de viver e toda necessidade vital é real, todo real é vontade de viver/de potência/de poder e toda vitalidade/potência/poder da vontade é real.


Em todo caso, ainda estamos imersos na rima e não na solução do problema, mesmo que atualmente se destaque que a organização sob a forma partido político vem sendo substituída pela organização sob a forma da livre associação dos indivíduos/grupos/sociedades.


Na relação com o Estado que torna a Sociedade Civil subsumida o sistema da necessidade mercantil se manifesta como ilegalidade e ilegitimidade do mercado negro, do contrabando etc., mas na relação com o Estado que se deixa suprassumir pela Sociedade Civil o sistema da necessidade mercantil se manifesta como legitimidade e legalidade do mercado paralelo, do mercado informal etc. de modo que no segundo caso o sistema da necessidade mercantil aparece como um movimento e prática da Sociedade Civil que se emancipa do Estado bem como o Estado aí se diferencia do Estado do primeiro caso por aparecer como aquele que não mais tutela mas ao contrário emancipa a Sociedade Civil da sua menoridade. O Estado tutor ou que faz a Sociedade Civil subsumida se desenvolve desenvolvendo ao mesmo tempo no seu interior a atividade mercantil como atividade negra, mafiosa, corrupta porque a cada passo do desenvolvimento do sistema da necessidade mercantil ele interdita a atividade mercantil do sistema da necessidade que se desenvolveu, mas a atividade mercantil interditada aumenta o seu número de adeptos que se arriscam a praticá-la na clandestinidade, em redes clandestinas e mafiosas que corrompem cada vez mais sistematicamente o Estado tutor que deixa a Sociedade Civil subsumida. A via chinesa é aquela do Estado tutor que, ao mesmo tempo, admite o desenvolvimento do sistema da necessidade mercantil como aparecimento legítimo e legal de Sociedade Civil se emancipando da menoridade (civil e não política), mas que, reduz esta à emancipação civil da menoridade conservando a maioridade política exclusivamente para o Estado tutor organizado sob a forma do partido político comunista. Esta via chinesa é muito mais adequada para a manutenção do Estado tutor porque, ao permitir o desenvolvimento do sistema da necessidade mercantil da Sociedade Civil, consegue evitar que a Sociedade Civil em seu desenvolvimento seja obrigada a colocar abaixo o Estado tutor dissolvendo-o no ar. E esta adequação se baseia na própria existência do sistema da necessidade mercantil da Sociedade Civil, ou seja, para continuar existindo como sistema da necessidade mercantil da Sociedade Civil este sistema necessita da existência do Estado, ainda que seja de um Estado político, isto é, que é acessível por meio das disputas políticas de todos os membros da Sociedade Civil organizados em diferentes partidos políticos. Quer dizer que a existência mesma do sistema da necessidade mercantil da Sociedade Civil pressupõe a existência e manutenção do Estado Mínimo, ou seja, se trata de uma existência dual de Sociedade Civil Máxima e Estado Mínimo por se tratar de dualidade que reconhece a propriedade do capital que está inserida no sistema da necessidade mercantil que exige que as mercadorias estejam e sejam capital nas mãos do proprietário e valores de uso/consumo nas mãos dos sistematicamente necessitados de mercadorias como meios de viver/sobreviver, logo, requer um mínimo de proprietários de mercadorias/capital e um máximo de consumidores de mercadorias/capital. A quebra dessa dualidade se faz por meio da dissolução do sistema da necessidade mercantil da Sociedade Civil no sistema da liberdade social da Comunidade Humana/do Comunismo. Como? Só a prática de supressão do sistema da necessidade mercantil da Sociedade Civil e do Estado podem responder?! Ou só a prática de construção do sistema da liberdade social/humana da Sociedade Comunista pode responder?!


Talvez não. A atividade especulativa talvez possa responder a essa questão à qual a crítica sistemática conduziu. Na dialética do senhor e do escravo é o escravo que fica com o essencial: o trabalho. Na dialética da redução sistemática do tempo de trabalho necessário à produção da mercadoria é o trabalhador que vai sendo sistematicamente suprimido extensivamente e conservado intensivamente até que a produção passa a depender da expansão sistemática do tempo livre e o trabalhador é suprimido e são as qualidades criativas do indivíduo ou a inteligência criativa que compreende o indivíduo que vem a ser a produção social. Ou seja, os meios de produção automatizados não precisam mais de tempo de trabalho humano para desenvolver a produção e sim de tempo livre humano e/ou de criatividade humana que use os meios automatizados de forma inteligente, logo, precisa do tempo livre da inteligência criativa humana para poder desenvolver a produção. Desse modo, o interesse do desenvolvimento da produção não incide mais sobre as necessidades de sobrevivência dos humanos e sim sobre as capacidades (liberdades) vitais (criativas) dos humanos, a produção não pode mais se desenvolver se fica limitada a explorar as necessidades de sobrevivência dos humanos porque ela precisa e só pode se desenvolver se avançar para a liberdade das capacidades vitais dos humanos de se usufruir, de se realizar, de se desenvolver. O que ocorreu com a produção? Ela deixou de se basear no trabalho da força humana de trabalho e passou a se basear na liberdade da força humana livre. Na dialética de Hegel isto, que, em Marx, se encontra na noção de intelecto geral, significa e corresponde a um retorno do senhor?! Isto, que, em Marx, se manifesta como efetivação do intelecto geral e dissolução do capital por ele-próprio, significa e corresponde em Hegel à realização efetiva do saber absoluto?! ... Nietzsche's superman?!


A emancipação do capital (cabeça) é a emancipação do trabalho humano de modo que aí a força humana deixa de ser atividade de trabalho necessário e passa a ser atividade especulativa livre realizando efetivamente o sistema hegeliano na prática como efetividade sistêmica do comunismo crítico-prático de Marx e, assim, com essa supressão do escravizante trabalho humano se elevando e alcançando o liberalizante senhorio da especulação super-humana em comunidade ecológica/natural com o animal, tal qual anunciado por Nietzsche.


Toda a série das figuras é necessária no percurso que leva ao saber absoluto, na travessia humana do animal até o super-homem, no processo de desenvolvimento material do sistema (reino) da liberdade dos indivíduos humanos.


Mas, isso é apenas imaginação tal qual o real e o que importa é a comunicação tal qual o todo, o absoluto, a comunidade, a super-humanidade e, por isso, mais importante é conhecer alguém atuante e atual no pensamento:


Você pode acessar essa página do Google:



e por meio dela escolher uma das opções que se apresentam, mas adianto que a melhor, se quiser manter contigo o texto, é a segunda opção:


[PDF]Qual a relação do ceticismo com a filosofia - Biblioteca Digital de ...

de LN Machado - ‎Citado por 1 - ‎Artigos relacionados
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 E, caso queira ler apenas ao acessar o Google, então, a melhor opção é a quarta:


Lucas Nascimento Machado - DocPlayer.com.br

Área de concentração: Filosofia. 1. Hegel. 2. Ceticismo. 3. Autodeterminação. 4. .... uma discussão sobre a relação entre ceticismo e filosofia no idealismo alemão, ... por meio do debate em torno do problema da autodeterminação racional.







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