https://www.youtube.com/watch?v=-SrsADs5NC4
https://www.youtube.com/watch?v=t1cb58-eTs4
https://www.youtube.com/watch?v=IKDQ7ZJ3Aho
https://www.youtube.com/watch?v=5926X96q0IY
Os "novos" pensadores, como Zizek que explicita isso, parecem ter saudades do Tutor todo poderoso, parecem esquecer a problemática da emancipação da menoridade em prol da tutela geral da maioridade, a volta a Hegel é então a volta ao Estado Todo Poderoso (Absoluto?!)?! Porque rejeitar a novidade de Marx, assumida como desenvolvimento científico, que afirma que o movimento de emancipação social só se realiza efetivamente quando assume a "destruição da máquina do Estado"?!
A REFLEXÃO
Zizek quer retomar Hegel retomando o Estado, junto com
Badiou que quer o Comunismo como uma ideia platônica, quer dizer, como
idealismo, tal qual o de Hegel. O projeto idealista de Platão é o da
constituição do Estado Republicano governado pelo filósofo. Querer o Estado de
Hegel parece ser querer o Estado tal qual foi experimentado pelo Comunismo do
século XX, já que o que até hoje faltou foi a Comuna, a Sociedade Comunista e/ou a
Emancipação Social, da Sociedade Civil e não a Emancipação Política, da Política, do
Estado. E o que a atualidade coloca como movimento? Precisamente a superação da
forma organizativa em partido político em prol da organização formativa de
associação comum.
Zizek observou que todos os filósofos seguem a 11ª das Teses
de Marx Sobre Feuerbach e querem mudar o mundo, a começar por Platão. E que Hegel,
o único que desistiu de mudar o mundo em prol de interpretá-lo, é precisamente
aquele que traz um conteúdo revolucionário. Logo, é se limitando a interpretar
o mundo que se torna possível mudar o mundo, enquanto que o filósofo que visa
mudar o mundo se limita a ser um intérprete mudado do mundo, melhor, a ser o
suporte de uma interpretação diferente do mundo.
O mundo atual reduziu o Estado a uma instância
política retirando dele a instância social no sentido de retirar do Estado a
atividade diretamente social e fixa-lo na atividade diretamente política,
deixando a cargo da Sociedade Civil a assunção da atividade diretamente social.
Desse modo, os movimentos sociais tendem a se organizar de modo o mais
estritamente civil deixando de lado a forma organizativa estritamente política,
logo, a organização em partido político vem sendo substituída pela organização em associação civil, em movimento civil e/ou em movimento social.
Porém, o esvaziamento do partido político como forma organizativa é acompanhado
do esvaziamento do movimento dos trabalhadores dentro da luta de classes
sociais, do esvaziamento da posição do movimento dos trabalhadores na luta de
classes sociais. Como se compreende isso?
O partido político é uma forma organizativa que, tal qual o
Estado, se coloca acima e fora do movimento dos trabalhadores, de modo que os
trabalhadores ficam novamente alienados do que ajudam a produzir tal qual
ocorre no processo de produção capitalista, ou seja, por mais que a força de
trabalho seja a fonte da produção do capital ela permanece sem a propriedade da
sua obra, sem conseguir determinar e dirigir a produção de sua obra. Então, a
expropriação do tempo de trabalho excedente não foi feita apenas pelo capital,
mas também foi feita pelo partido político e pelo Estado. No entanto, o capital
desenvolveu meios de expropriação mais intensivos, de modo que passou a se
comportar como quem não precisa de tantos trabalhadores, quer dizer, não
precisa de trabalhadores de forma extensiva porque com os meios de produção
intensivos que desenvolveu pode usar de pouca e reduzida força de trabalho para
produzir e pode oferecer como alternativa, aos muitos trabalhadores que não são
mais aproveitados no uso produtivo, o seu uso no mercado para efetivar as
vendas e os serviços que realizam a efetivação do consumo da produção. Nessas
novas condições, o capital oferece aos trabalhadores, dispensados da produção, aquilo
que o partido político e o Estado retiraram deles, que é a apropriação da obra
produzida para efetivar a venda e o serviço de pós-venda da obra produzida. É verdade
que os trabalhadores que se apropriam desse
modo da obra produzida não interferem
na obra que foi produzida e sim apenas na circulação e consumo da obra
produzida, mas eles experimentam aí aquilo que foi retirado deles na produção,
no partido político e no Estado, que é a apropriação da obra produzida, ainda
que seja só do produto, de modo que não podem interferir na própria produção da
obra, essa apropriação é vivida como “livre-iniciativa”, como atividade
diretamente desenvolvida por eles no âmbito mercantil da circulação e do
consumo da Sociedade Civil, quer dizer, não é mais diretamente a empresa, o
partido político nem o Estado quem determina e dirige a sua atividade para
garantir o sem “bem-estar”. Mas é justamente essa garantia, do seu “bem-estar”
por seus próprios meios, de forma autônoma e/ou emancipada da menoridade dentro
da empresa, do partido político e do Estado, que assegura sua luta social,
civil, sua luta na Sociedade Civil é uma luta que participa ativamente do
desenvolvimento do mercado da Sociedade Civil capitalista, precisamente porque
assegura que sua luta se desenvolve no âmbito do mercado, do livre mercado,
quer dizer, assegura que a força de trabalho extensiva é a do trabalhador
livre, do trabalho livre que não se encontra mais na produção, mas que pode se
associar com outros trabalhadores livres para vir a entrar e desenvolver a
produção duma obra própria, ou seja, de início desenvolver a livre iniciativa
da propriedade privada com intenção e/ou o visar o desenvolvimento da
propriedade cooperativa, social.
E é esta perspectiva, é esta possibilidade que explica que
os movimentos atuais se organizem em associações civis e não mais em partidos
políticos. Nesse sentido, junto com a renovação de toda a ideologia e prática
capitalista da livre iniciativa da propriedade privada se desenvolve a renovação
da ideologia e prática emancipadora da livre iniciativa da propriedade
cooperativa, da propriedade social, da propriedade comum. E, se a base da
produção capitalista permanece com o uso intensivo da força de trabalho, então
o desenvolvimento desse uso extensivo e independente da força de trabalho visa
a supressão do uso intensivo da força de trabalho, a supressão da base da
produção capitalista e com ela também a supressão da base da organização do
partido político e do Estado, logo, visa a supressão da produção capitalista,
do partido político e do Estado por meio do desenvolvimento da associação
civil, quer dizer, da comunidade social humana emancipada do capital e do
Estado.
Isto é apenas para assinalar nesse debate que, talvez, não
seja o recurso a retomada do Estado aquilo que a força de trabalho extensiva,
quer dizer, que as forças materiais/sociais
atuais estejam sinalizando com seu movimento, com sua atividade, não mais a
retomada do Estado, ainda que a sua atividade possa ser sim a [retomada da] atividade do negativo defendida por Hegel, como observa Zizék e
Badiou, mas de um negativo que suprime o Estado e não mais daquele negativo que
o retoma positivamente.
“Todo real é racional e todo racional é real” isto é tomado
apenas na racionalização pelo Estado? O real é racional apenas por meio do
Estado? E o racional apenas se torna real, se realiza por meio do Estado? A
história, a partir de Marx, compreende que a Sociedade Civil, à qual se
referiam Hegel e os filósofos do século XVII, desenvolveu o Sistema das
Necessidades e que este veio a ser objeto da Economia Política, ou seja, o real
e o racional passaram a se relacionar aí nesta esfera de modo que a
racionalização do real não se limita ao Estado, mas, antes dele, se faz racional
na economia política do sistema das necessidades da Sociedade Civil, o que, por
sua vez, implica que o racional se faz real aí nesse âmbito da economia
política do sistema da necessidade da sociedade civil, então, a indústria e a
tecnologia e/ou a revolução incessante dos meios de produção mostram que não é
necessariamente por meio do Estado que o racional se faz real, ainda que seja
necessariamente pelo sistema da necessidade da sociedade civil. Mas, e daí?!
Daí que a questão da passagem do real ao racional não seja
exclusiva do Estado e seja sim preponderantemente da Sociedade Civil e, com
isso, tenda, inclusive, a suprimir o Estado para poder passar inteiramente o
real para o racional, o que significa que o racional que reconstrói o real e,
com isso, se afirma o racional que se torna real, quer dizer, Sociedade Civil,
é um racional que produz o real superando, suprimindo e suprassumindo o real
que se tornou racional. Noutras palavras a Natureza é o real que se torna
racional na Sociedade Humana e a Sociedade Humana é o racional que se torna
real na Natureza. A relação com a Natureza se torna cada vez mais uma relação
com a Sociedade de modo que a relação mais direta com a Natureza se torna
também a relação mais direta com a Sociedade, donde a questão da Socialização, do
Comunismo e/ou da Comunidade se apresenta como Associação da Sociedade com a
Natureza, quer dizer, por meio da propriedade comum dos meios de produção (do
real em racional e do racional em real), suprimindo o capital e o Estado, quer
dizer, suprimindo a dissociação entre expropriado e expropriador, entre
absolutamente expropriado e absolutamente expropriador.
A Natureza vital é, por exemplo, um coração pulsante e este
por meio do trabalho sobrevive e possui um meio de viver, quer dizer, de
conservar o coração pulsante, então ele precisa trabalhar para alguém para
sobreviver e manter seu coração pulsante. A atividade vital é o pulsar do
coração, o qual, portanto, é o trabalho vital, melhor, é a necessidade vital do
coração, logo, o pulsar é o trabalho como primeira necessidade vital do coração,
então, como se desenvolve o trabalho como primeira necessidade vital e não mais
como meio de viver? Como o trabalho se desenvolve como primeira necessidade
vital da liberdade de viver? E como o trabalho deixa de ser necessidade de
submissão obrigatória como concessão de um meio de viver? O caráter do trabalho
que se desenvolve como primeira necessidade vital é o do desenvolvimento da
liberdade de viver, é o do desenvolvimento do pulsar do coração, já o caráter
do trabalho que se desenvolve como meio de viver é o do desenvolvimento da vida
submissa/dependente, é o do desenvolvimento da conservação do pulsar do coração
e não o do desenvolvimento do próprio pulsar do coração. A passagem da Natureza
real para a Sociedade racional se desenvolve cada vez mais como efetivação duma
Natureza racional numa Sociedade real, por exemplo, a realidade virtual/Natureza
racional da internet se efetiva realmente na racionalidade real/Sociedade real,
logo, a tendência da primeira necessidade vital virtual é de se efetivar
realmente na socialização da produção, na liberdade social.
O problema, nas relações de todo real que é racional e todo
racional que é real, se encontra nas relações de troca entre eles que se
desenvolvem como relações mercantis, quer dizer, como relações que se impõem
como meios de viver e não como desenvolvimento da primeira necessidade vital. A
força humana nas relações mercantis é um meio de trabalho para movimentar os
meios de trabalho que se sustenta trocando sua atividade por meios de viver,
porém, se não estiver mais submetida à obtenção dos meios de viver e puder
desenvolver sua atividade como necessidade vital, então sua relação de troca
não será de meios de viver ou mercantil e sim de necessidades vitais ou
sociais, posto que o encontro da necessidade vital com a necessidade vital é o
encontro da liberdade social. Portanto, a força humana de trabalho vai deixar
de ser mero meio de vida pelo trabalho para vir a ser necessidade vital do
pulsar/trabalhar/livre agir da força humana/social.
O problema então é o da supressão das relações mercantis e
esta precisa necessariamente se viabilizar através do Estado? Qual a relação de
troca do Estado com a sociedade civil mercantil? O Estado é o Imposto, sua
relação de troca é a do Poder pelo Imposto à Sociedade Civil para Garantir o
livre funcionamento da Sociedade Civil. Se a Sociedade Civil para garantir seu
livre funcionamento concede e entrega todo poder ao Estado, deixa nas mãos do
Estado toda tutela e Poder Imposto, então, os meios de viver já não são mais propriamente
da Sociedade Civil e sim do Estado que não é mais apenas Poder Imposto mas
também possuidor dos meios de viver da Sociedade Civil, logo, o trabalho
permanece meio de viver, mas um meio de viver que não se faz mais pela troca
mercantil e sim que troca sua atividade de meio de viver pelo imposto pelo
Estado. No entanto, a Sociedade Civil, que fica subsumida neste Estado todo
poderoso, foi quem instituiu o Estado para poder desenvolver seu sistema da
necessidade e é quem se desenvolve sob o Estado todo poderoso e, assim, o vai
minando por desenvolver relações mercantis de troca no seu interior apesar de
todas suas imposições contrárias a essas relações mercantis, ou seja, a
corrupção se torna desenvolvimento endêmico nesse Estado que “suprimiu” a
Sociedade Civil, de modo que o resultado de seu desenvolvimento é a eclosão
duma Sociedade Civil mercantil que reduz o Estado a simples Poder Imposto para
garantir a continuidade da relação de troca mercantil.
Não é pelo Estadão, como comprova a experiência do século
XX, que se sai do trabalho como meio de viver e se passa para o trabalho como
primeira necessidade vital. Essa passagem precisa ser feita na própria
Sociedade Civil, quer dizer, na transformação do sistema da necessidade dessa
Sociedade Civil que faz do trabalho meio de vida em sistema da liberdade da
Sociedade Comunista que faz do trabalho a primeira necessidade vital. Se o
Estado se faz pelo Poder Imposto e a Sociedade Civil mercantil pela troca de
meio de vida, então a Sociedade Comunista se faz pela socialização da
necessidade vital. O Estado impõe o trabalho, a Sociedade Civil faz do trabalho
simples meio de viver e a Sociedade Comunista faz do trabalho pura liberdade da
necessidade vital. Todo real é trabalho e todo trabalho é real, todo real é
necessidade de viver e toda necessidade vital é real, todo real é vontade de
viver/de potência/de poder e toda vitalidade/potência/poder da vontade é real.
Em todo caso, ainda estamos imersos na rima e não na solução
do problema, mesmo que atualmente se destaque que a organização sob a forma
partido político vem sendo substituída pela organização sob a forma da livre
associação dos indivíduos/grupos/sociedades.
Na relação com o Estado que torna a Sociedade Civil subsumida
o sistema da necessidade mercantil se manifesta como ilegalidade e
ilegitimidade do mercado negro, do contrabando etc., mas na relação com o
Estado que se deixa suprassumir pela Sociedade Civil o sistema da necessidade mercantil
se manifesta como legitimidade e legalidade do mercado paralelo, do mercado
informal etc. de modo que no segundo caso o sistema da necessidade mercantil
aparece como um movimento e prática da Sociedade Civil que se emancipa do
Estado bem como o Estado aí se diferencia do Estado do primeiro caso por
aparecer como aquele que não mais tutela mas ao contrário emancipa a Sociedade
Civil da sua menoridade. O Estado tutor ou que faz a Sociedade Civil subsumida se
desenvolve desenvolvendo ao mesmo tempo no seu interior a atividade mercantil como
atividade negra, mafiosa, corrupta porque a cada passo do desenvolvimento do
sistema da necessidade mercantil ele interdita a atividade mercantil do sistema
da necessidade que se desenvolveu, mas a atividade mercantil interditada
aumenta o seu número de adeptos que se arriscam a praticá-la na
clandestinidade, em redes clandestinas e mafiosas que corrompem cada vez mais
sistematicamente o Estado tutor que deixa a Sociedade Civil subsumida. A via
chinesa é aquela do Estado tutor que, ao mesmo tempo, admite o desenvolvimento
do sistema da necessidade mercantil como aparecimento legítimo e legal de
Sociedade Civil se emancipando da menoridade (civil e não política), mas que,
reduz esta à emancipação civil da menoridade conservando a maioridade política
exclusivamente para o Estado tutor organizado sob a forma do partido político
comunista. Esta via chinesa é muito mais adequada para a manutenção do Estado
tutor porque, ao permitir o desenvolvimento do sistema da necessidade mercantil
da Sociedade Civil, consegue evitar que a Sociedade Civil em seu
desenvolvimento seja obrigada a colocar abaixo o Estado tutor dissolvendo-o no
ar. E esta adequação se baseia na própria existência do sistema da necessidade
mercantil da Sociedade Civil, ou seja, para continuar existindo como sistema da
necessidade mercantil da Sociedade Civil este sistema necessita da existência
do Estado, ainda que seja de um Estado político, isto é, que é acessível por
meio das disputas políticas de todos os membros da Sociedade Civil organizados
em diferentes partidos políticos. Quer dizer que a existência mesma do sistema
da necessidade mercantil da Sociedade Civil pressupõe a existência e manutenção
do Estado Mínimo, ou seja, se trata de uma existência dual de Sociedade Civil
Máxima e Estado Mínimo por se tratar de dualidade que reconhece a propriedade
do capital que está inserida no sistema da necessidade mercantil que exige que
as mercadorias estejam e sejam capital nas mãos do proprietário e valores de
uso/consumo nas mãos dos sistematicamente necessitados de mercadorias como meios
de viver/sobreviver, logo, requer um mínimo de proprietários de mercadorias/capital
e um máximo de consumidores de mercadorias/capital. A quebra dessa dualidade se
faz por meio da dissolução do sistema da necessidade mercantil da Sociedade
Civil no sistema da liberdade social da Comunidade Humana/do Comunismo. Como?
Só a prática de supressão do sistema da necessidade mercantil da Sociedade
Civil e do Estado podem responder?! Ou só a prática de construção do sistema da
liberdade social/humana da Sociedade Comunista pode responder?!
A emancipação do capital (cabeça) é a emancipação do trabalho humano de modo que aí a força humana deixa de ser atividade de trabalho necessário e passa a ser atividade especulativa livre realizando efetivamente o sistema hegeliano na prática como efetividade sistêmica do comunismo crítico-prático de Marx e, assim, com essa supressão do escravizante trabalho humano se elevando e alcançando o liberalizante senhorio da especulação super-humana em comunidade ecológica/natural com o animal, tal qual anunciado por Nietzsche.
Toda a série das figuras é necessária no percurso que leva ao saber absoluto, na travessia humana do animal até o super-homem, no processo de desenvolvimento material do sistema (reino) da liberdade dos indivíduos humanos.
Mas, isso é apenas imaginação tal qual o real e o que importa é a comunicação tal qual o todo, o absoluto, a comunidade, a super-humanidade e, por isso, mais importante é conhecer alguém atuante e atual no pensamento:
Você pode acessar essa página do Google:
e por meio dela escolher uma das opções que se apresentam, mas adianto que a melhor, se quiser manter contigo o texto, é a segunda opção:
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Lucas Nascimento Machado - DocPlayer.com.br
Área de concentração: Filosofia. 1. Hegel. 2. Ceticismo. 3. Autodeterminação. 4. .... uma discussão sobre a relação entre ceticismo e filosofia no ideal ismo alemão, ... por meio do debate em torno do problema da autodeterminação racional.
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