quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Existe dissolução sistemática do sistêmico?!





Chegamos na dissolução do atomismo e constituição da sabedoria da ciência da consciência humana de si e no eterno retorno do atomismo e constituição da tutela da filosofia da consciência (sobre) natural para si.


E nós que vimos um sair liberto do atomismo e outro permanecer fixo no atomismo imaginamos que a liberdade da prática começava para um, mas também percebemos que a disciplina da filosofia começava para o outro e, com isso, vemos que eles invertem suas posições e, desse modo, a relação de contraposição sistemática entre eles continua a se desenvolver. Mas, agora, a consciência de si que se lança na prática visa o irrefutável autodesenvolvimento da sensibilidade e a consciência para si que se fixa no filosofar visa o irrefutável alterdesenvolvimento da idealidade. A consciência de si que tem por princípio o desenvolvimento da sensibilidade quer a energia humana liberta e a consciência para si que tem por princípio o desenvolvimento da idealidade quer a energia humana disciplinada. A primeira visa constituir a associação/comunidade da energia sensivelmente humana liberta, o “reino da liberdade” e a segunda visa constituir a dissociação/estratificação da energia racionalizadamente disciplinada, o “reino da necessidade”. Uma quer o livre desenvolvimento da consciência de si sensivelmente humana e a outra quer o disciplinado desenvolvimento da consciência para si racional/idealmente atomista. Uma quer o livre desenvolvimento da atividade sensivelmente humana comum e a outra quer o disciplinado desenvolvimento da atividade racional/idealmente atomista diferenciada. De um lado, a comunidade humana da atividade sensível livremente desenvolvida e, do outro, o capital atomista da atividade racional/ideal disciplinadamente desenvolvida. De um lado, o comunismo humanista da sensibilidade livremente desenvolvida; do outro, o capitalismo atomista da idealidade disciplinadamente desenvolvida.


O comunista humanista se depara com uma sensibilidade disciplinadamente desenvolvida e o capitalista atomista se depara com uma idealidade livremente desenvolvida. O comunista humanista se encontra com uma comunidade atomista, melhor, com um atomismo comum/comunitário e o capitalista atomista se encontra com um capitalismo humanista, melhor, com uma humanidade capitalista. Para o comunista humanista se dá o encontro com a prole trabalhadora e para o capitalista atomista se dá o encontro com a burguesia capitalista. O comunista humanista é e atua como a consciência de si da prole trabalhadora e o capitalista atomista é e atua como a consciência para si da burguesia capitalista.


Até quando dura esse processo de contraposição sistemática mediada por contrapostos sistêmicos?! Existe alguma dissolução completa desse processo sistemático e sistêmico?!


Ver desenvolvimento completo até aqui na postagem "Sujeito, real, sujeito prático e sujeito metafísico?!".





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