Chegamos na dissolução do atomismo e constituição da
sabedoria da ciência da consciência humana de si e no eterno retorno do
atomismo e constituição da tutela da filosofia da consciência (sobre) natural
para si.
E nós que vimos um sair liberto do atomismo e outro
permanecer fixo no atomismo imaginamos que a liberdade da prática começava para
um, mas também percebemos que a disciplina da filosofia começava para o outro
e, com isso, vemos que eles invertem suas posições e, desse modo, a relação de
contraposição sistemática entre eles continua a se desenvolver. Mas, agora, a
consciência de si que se lança na prática visa o irrefutável autodesenvolvimento
da sensibilidade e a consciência para si que se fixa no filosofar visa o
irrefutável alterdesenvolvimento da idealidade. A consciência de si que tem por
princípio o desenvolvimento da sensibilidade quer a energia humana liberta e a
consciência para si que tem por princípio o desenvolvimento da idealidade quer
a energia humana disciplinada. A primeira visa constituir a associação/comunidade
da energia sensivelmente humana liberta, o “reino da liberdade” e a segunda
visa constituir a dissociação/estratificação da energia racionalizadamente
disciplinada, o “reino da necessidade”. Uma quer o livre desenvolvimento da
consciência de si sensivelmente humana e a outra quer o disciplinado desenvolvimento
da consciência para si racional/idealmente atomista. Uma quer o livre
desenvolvimento da atividade sensivelmente humana comum e a outra quer o
disciplinado desenvolvimento da atividade racional/idealmente atomista
diferenciada. De um lado, a comunidade humana da atividade sensível livremente
desenvolvida e, do outro, o capital atomista da atividade racional/ideal
disciplinadamente desenvolvida. De um lado, o comunismo humanista da
sensibilidade livremente desenvolvida; do outro, o capitalismo atomista da
idealidade disciplinadamente desenvolvida.
O comunista humanista se depara com uma sensibilidade
disciplinadamente desenvolvida e o capitalista atomista se depara com uma
idealidade livremente desenvolvida. O comunista humanista se encontra com uma
comunidade atomista, melhor, com um atomismo comum/comunitário e o capitalista
atomista se encontra com um capitalismo humanista, melhor, com uma humanidade capitalista.
Para o comunista humanista se dá o encontro com a prole trabalhadora e para o
capitalista atomista se dá o encontro com a burguesia capitalista. O comunista
humanista é e atua como a consciência de si da prole trabalhadora e o
capitalista atomista é e atua como a consciência para si da burguesia
capitalista.
Até quando dura esse processo de contraposição sistemática
mediada por contrapostos sistêmicos?! Existe alguma dissolução completa desse
processo sistemático e sistêmico?!
Ver desenvolvimento completo até aqui na postagem "Sujeito, real, sujeito prático e sujeito metafísico?!".
Ver desenvolvimento completo até aqui na postagem "Sujeito, real, sujeito prático e sujeito metafísico?!".
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