sábado, 10 de outubro de 2015
Qual o modelo?! Os EUA ou a Coréia do Norte?!
O Tao é composto por dois aspectos o luminoso Yang e o obscuro Ying, logo, o Tao é a Força, o Caminho, a Moral, o Modo de Vida, enfim, é o Poder que possui dois lados que são também dois usos que cada um deles faz do Tao e também dois usos que o Tao faz de cada um deles, quer dizer, de cada um dos aspectos ou lados de Si Mesmo.
"Como se efetivam as liberdades reais do ser que usa o lado luminoso de si mesmo?!"
Como se efetivam as liberdades reais do Tao que o usa o lado Yang de Si Mesmo/Yang? Como se efetivam as liberdades reais do Yang que usa o lado Yang de Si Mesmo/Tao?!
Como se efetivam as liberdades reais da Força que usa o Lado Luminoso do Lado Luminoso?! Como se efetivam as liberdades reais do Lado Luminoso que usa o Lado Luminoso da Força?!
Existem diferenças entre o Ser que usa a Consciência do/de Si Mesmo e o Si Mesmo que usa a Consciência do/de Ser?!
Aparentemente sim. Parece que o ser que usa a consciência de si mesmo é aquele que se fixa no livre pensar de sua consciência de si, enquanto que o si mesmo que usa sua consciência de ser se fixa no livre realizar de sua consciência de ser. São duas atividades que se diferenciam. Uma é a atividade de teorizar e a outra é a atividade de praticar. De um lado está a atividade de ser filosofia e do outro lado está a atividade de ser mundo. A primeira sai do ser ou exterioridade para a filosofia e a segunda sai de si mesmo ou interioridade para o mundo. Uma vai do real para o fantasiar e a outra vai da fantasia para o realizar. As liberdades reais, no sentido de presentes no mundo do realizar, são as que saem da fantasia para realizar a realidade, posto que as liberdades fantasiosas são as presentes no mundo do fantasiar e que saem do real para fantasiar a fantasia.
A vitória cabe àqueles que saem da fantasia para a conquista das liberdades reais e a derrota cabe àqueles que saem do ser real para a conquista das liberdades fantasiosas. Quem sai da fantasia para as liberdades reais consegue sair da unidade para a diversidade. Já quem sai da realidade para a fantasia consegue sair da diversidade para a uniformidade.
Estamos numa época que faz da fantasia realidade virtual, ou seja, numa época que conquista a liberdade real do virtual. E, nessa época, não tem mais sentido fazer do real uma virtualidade fantasiosa, quer dizer, conquistar e vestir a a fantasia virtual do real.
Os meios de realização ou de produção do real mais avançados implicam a internet e a robótica. Não se avança e nem se liberta com eles quem os quer meios de idealização ou de produção da fantasia mais uniforme que implicam a estatização e uso exaustivo do tempo de trabalho humano.
O Tao é os EUA ou é a Coréia do Norte?!
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