terça-feira, 11 de agosto de 2015
Libertação é a monstruosidade do uso público da razão?!
Nada a fazer exceto ir até o fim da vida e morrer, morrer, morrer. Fim da vida, da espontaneidade, quer dizer, da vontade que não obedece à reflexão, ao pensamento, à razão ou à morte. Fim também do espontaneísmo, do economicismo e, até mesmo, do terrorismo. Início do disciplinado, do sistematizado, do refletido, do morto. É a partir da vontade obediente à reflexão, ao pensamento, à razão ou à morte imortal que a filosofia se realiza e conquista a liberdade. É a partir do renascido, do Nosferatu, do morto vivo, do Frankenstein, do Drácula, do lobisomen ou do Prometeu Desacorrentado que se inicia a libertação da Humanidade da época pré-Humana ou que se inicia a libertação da Super-Humanidade da época Humana. Noutras palavras, é depois do capital e/ou do trabalho morto plenamente desenvolvidos que se faz a libertação do vivo do trabalho.
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