"Age externamente de tal maneira que o uso livre do teu arbítrio possa coexistir com a liberdade de todos segundo uma lei universal"
(http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-512X2006000200002&script=sci_arttext)
Según Kant, del imperativo categórico existen tres formulaciones:
- «Obra sólo de forma que puedas desear que la máxima de tu acción se convierta en una ley universal».
- «Obra como si, por medio de tus máximas, fueras siempre un miembro legislador en un reino universal de los fines».
- «Obra de tal modo que uses la humanidad, tanto en tu persona como en la de cualquier otro, siempre como un fin, y nunca sólo como un medio».
- Heterónomo: irreflexivo, obedece reglas impuestas por una autoridad exterior.
- Autónomo: cuando utiliza la razón.
(http://es.wikipedia.org/wiki/Imperativo_categ%C3%B3rico)
O imperativo categórico é enunciado com três diferentes fórmulas (e suas variantes), são estas:
1. Lei Universal: "Age como se a máxima de tua ação devesse tornar-se, através da tua vontade, uma lei universal."
-
- a) Variante: "Age como se a máxima da tua ação fosse para ser transformada, através da tua vontade, em uma lei universal da natureza."
3. Legislador Universal (ou da Autonomia): "Age de tal maneira que tua vontade possa encarar a si mesma, ao mesmo tempo, como um legislador universal através de suas máximas."
a)Variante: "Age como se fosses, através de suas máximas, sempre um membro legislador no reino universal dos fins."
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperativo_categ%C3%B3rico)
Em Kant o dever é a necessidade de uma ação por respeito à lei. E uma ação por dever elimina todas as inclinações (todo o objeto da vontade), e, portanto, só resta à vontade obedecer à lei prática (baseada na máxima universal), pois trata-se de um princípio que está ligado à vontade. O valor moral da ação não reside no efeito que dela se espera, pois o fundamento da vontade é a representação da lei e não o efeito esperado (uma boa vontade não é boa pelo que promove ou realiza, mas pelo simples querer, em si mesma).
A ética kantiana é a ética do dever, autocoerção da razão, que concilia dever e liberdade. O pensamento do dever derruba a arrogância e o amor próprio, e é tido como princípio supremo de toda a moralidade.
(http://meuartigo.brasilescola.com/filosofia/a-moral-dever-kant.htm).
A ética e a liberdade em Kant são interdependentes. E a perfeição moral, por exemplo, a ética de um homem santo, é um atributo de uma vontade livre, que é capaz de agir segundo a lei moral. Esta lei é chamada de imperativo categórico, e ela é expressa por Kant de quatro maneiras diferentes:
O imperativo categórico assemelha-se a lei áurea bíblica: "Não faças com os outros aquilo que não queres que faças contigo.". "Age somente segundo uma máxima por meio da qual possas querer ao mesmo tempo que ela se torne lei universal." . "Age de tal maneira que a máxima de tua vontade possa valer igualmente em todo tempo como princípio de uma legislação universal." . "Age de tal sorte como se a máxima de tua ação devesse tornar-se, por tua vontade, lei universal da Natureza." . Age de tal maneira que trates sempre a humanidade, tanto em tua pessoa quanto na de qualquer outro nunca simplesmente como meio, mas ao mesmo tempo e simultaneamente como fim." (http://www.philosophy.pro.br/imperativo_categorico.htm) Tudo isso para mostrar a oposição à frase-chave do maquiavelismo, a qual, além de incluir o pragmatismo, abrange também as "aceitações/justificativas afetivas" do jeitinho brasileiro: Os fins justificam os meios! |
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